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05-Abr-2019 08:58
Smart Cities

Qual o papel do arquiteto nas cidades inteligentes?

2019, imprensa,
Arquitetura
A tecnologia desempenha um papel crucial na construção de cidades em diversos níveis, desde a forma como os carros e sinais de trânsito se comunicam entre si, até mesmo a sinalização e a sustentabilidade da cidade através da adoção de novos sistemas de iluminação que tenham como prioridade a poupança energética e ambiental. Além da tecnologia, o arquiteto é um elemento fundamental na concessão de cidades inteligentes, ou as famosas Smart Cities.

As novas tecnologias vieram para abrir novos campos de desenvolvimento urbano. As inovações são diferentes e provêm de campos diversos como a iluminação artificial até ao desafio da comunicação dos carros com os elementos restantes. Todos estes novos desafios associados aos novos modelos colaborativos nas cidades ou de comunicação, são proporcionados por tal tecnologia.

As ‘Cidades Inteligentes’ são o maior desafio para os setores da construção, engenharia, arquitetura e também imobiliário. Os arquitetos do futuro devem demonstrar que conhecer materiais e técnicas de construção não define um bom arquiteto. Um bom arquiteto deve ser não só capaz de entender o cliente, mas tudo à sua volta e deve assumir um papel de consultor.

Os Arquitetos e Urbanistas exercem papel importante na formação das cidades e espaços construídos com acessibilidade, beleza, sustentabilidade, economia, segurança e claro, conforto. Neste processo de ordenamento de espaços úteis aos cidadãos, os arquitetos passam a assumir um papel muito importante, pois é preciso esclarecer que a Arquitetura serve às pessoas desde o berço ao túmulo, já que elas nascem em maternidades, moram em casas, estudam em escolas, se divertem em boates, frequentam restaurantes, veem peças no teatro, torcem nos estádios e assim, graças à Arquitetura, sempre têm os cenários corretos para as várias fases de suas vidas.

Exige-se muito do arquiteto e urbanista que o mesmo se debruce sobre sua cidade, compromissado com a sua forma, conteúdo, encarando suas contradições não como defeitos, mas como temas propostos, que encare sua tarefa de projetar e reorganizar seus espaços com responsabilidade social, mais do que individual. Por fim, o arquiteto deve exigir do Estado uma definição de uma política cultural de modo compatível com os anseios de participação da sociedade brasileira, como única forma de assegurar o atendimento de seus legítimos interesses e necessidades.

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